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FESTIVAL DE CINEMA DE TRIUNFO – III

agosto 12, 2009

NOVOS RUMOS DO CINEMA NACIONAL EM DEBATE

Triunfo também promoveu, antes da premiação na sexta-feira, debate sobre “Os Novos Rumos do Cinema Brasileiro”, com a presença de Cynthia Falcão (da ABD-PE), Isabela Cribari (Diretora de Cultura da Fundaj), Rosemberg Cariry (cineasta presidente do CBC), a Saskia Sá (cine-educadora), Severino Dadá (montador) e Solange Lima (da ABD nacional).
É um tema amplo que sempre merece foco, e por ele percebe-se a seriedade com a qual a Fundarpe quer que seja identificado o Festival de Cinema de Triunfo. E uma identidade consistente seria exatamente o ponto determinante em um festival nacional, em função de um sem-número de eventos semelhantes pipocando Brasil adentro.
Com a criação, na edição anterior, da “Federação Pernambucana de Cineclubes”, hoje com 19 cineclubes associados, e, nesta edição com o lançamento do Cine Mais Cultura, Triunfo parece moldar-se como ponto de encontro para as discussões da categoria cineclubista. A terceira edição em 2010, nesse sentido, pode ser determinante para o Festival uma vez que sua pauta pode vir a ser montada em função da identidade que queira construir.
Não há dúvida sobre o esforço da Fundarpe em instrumentalizar a população no interior do Estado com cinema – campo estratégico também na economia e política-, e não se duvida também que é natural a segunda edição de um festival ainda titubear nos resultados. Nesse sentido, a coordenação do Festival de Triunfo, na figura de Carla Francine, poderia trocar ideias com a produtora Raquel Hallack, a partir do exemplar arcabouço de produção que ela dirige na Mostra de Cinema deTiradentes (MG), em 2009 na 12ª edição.
A mostra mineira é, talvez, a irmã mais experiente e eficaz do que pode vir a ser Triunfo no futuro. O evento acontece em janeiro, também numa cidade interiorana e turística, a três horas de viagem da capital de Minas Gerais. Hoje já é consagrada não só pela seleção curatorial, como pela presença maciça da população, lotando os 700 lugares do cinema, e ainda pelo alto nível dos debates em torno do cinema contemporâneo brasileiro.

FONTE: Folha de Pernambuco

http://www.folhape.com.br/
Por Luiz Joaquim
Enviado Especial
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